Alumiada

A vida nos inventa muito melhor.

dezembro 29, 2005

Alumiada

Com a alma roubada pedra a pedra.

Por sobre os telhados de vidro
Quando os fios não me alcançam
Eu danço.

Sem holofotes.

Sob teu olhar estrela
Lanterna
Eu danço.









9 Comments:

  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Linaldo said…

    não precisa de holofotes, diana. meu beijo

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Leila said…

    Isso, em você não falta luz. Beijo, bons desejos.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Mario Cezar said…

    sim diana: eis teu canto como lição. como chuva quando a seca tinha se anunciado. sim diana daqui abençou tua vertigem, tua haste de pólen aceso, teu corpo , extensão dos pássaros

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Mario Cezar said…

    sim diana. teu corpo como extensão dos pássaros, da chuva. tanta lucidez preconiza teu dia e nos abastece com frestas de ouro, com réstia versejada. não se ausente tanto porque me ti há um céu de anuncios o, ora doces, feito estrelas que escaparam da tempestade, ora salinizados como os escombros que nos acompanham. beijos

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Márcia Maia said…

    Feliz Natal, Val. Um beijo grande daqui.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Loba said…

    Di, minha conexão discada não conseguia abrir seu blog! Fiquei triste por não ter conseguido vir antes. Mas ainda é tempo de te abraçar apertadinho e dar um super beijo natalino, né? Desejando que as luzes e alegrias do Natal te façam companhia em todos os seus dias!
    Beijo grande, amiga.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Roberto Kenard said…

    Maravilha, Diana. Poesia poesia. Quero dizer: poesia de grande qualidade. Abraços. Foi um prazer.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Roberto Kenard said…

    Voltei para agradecer a sua visita ao meu blog. Delicadezas de porcelana para a cadeira quebrada no coração, como disse uma personagem de conto meu. Escrevi-lhe um e-mail. Um cheiro.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Elise said…

    Porque não resisto. Meu beijo, meu carinho e minha saudade, sempre, Jel. :-)

    "Conta-me, Diana,
    diz do dourado cordão
    que segura essa poesia delicada
    quando, na ponta dos pés,
    te suspendes sobre o corpo
    na noite calada,
    e, em cismas,
    danças, desenhando rimas...
    Diz como nascem,
    como ‘rebentam esses passos seus,
    quando ao luar, cúmplice dos pliês,
    endouradeces a palavra
    em passos e compassos,
    estampando esses versos enredados
    sob os olhos da noite.
    Explode, então, a alvorada, creio...
    Amanheceres e poemas, abraçados ao seio...
    É quando se alcança o verso.
    É dia na poesia.
    É Diana-poesia."

     

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