Alumiada

A vida nos inventa muito melhor.

dezembro 29, 2005

It could be Chagall

P o r q u e n a p e l e é m a i s p r o f u n d o ?

Tenho um canto contra luz.

Um clarim na noite.

Um céu que também arde.

E uma lua tímida.

18 Comments:

  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Loba said…

    "P o r q u e n a p e l e é m a i s p r o f u n d o ?"
    Plagiando Clarice, não se preocupe em entender. O céu em chamas e a lua tímida ultrapassam o entendimento... mas desenham com traços firmes a poeta!
    Beijos moça. Muitos.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Dora Vilela said…

    Diana! Mudou-se em grande estilo! Aliás, um estilo compatível com seus escritos...It could be Chagal, but it's Diana!!! Um clarim na noite é quase uma reunião dos sentidos todos: é um som que se estende fisicamente!! Um som cortante que se enxerga brilhar como lâmina!
    Diana! Você me toca a "pele" e a emoção mental...
    Beijos.
    Dora

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Alê said…

    Ficou quieta lá mas faz barulho aqui...
    Obrigada pela visita... eu tb volto pra ler e reler e ler de novo...

    Abços!

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Celso said…

    Ótimo, Diana. O céu ardendo nesses dias incendiados é uma intersecção fenomenal.

    Saudações do Cárcere

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Mario Cezar said…

    sim diana. veja os pruridos . adonde roeu. adonde eriçou as quinas da carne. falo da escritura que fiz em cima dos ditos-gumes, dos sons-lavancas postos por astier. cabra de alumeios. de coração saltitante . lá fiz foi um elogio ao texto-cetim-bramura. lá disse da essencialidade do escrito. coloquei apenas, que é fato dentro das minhas humildes degustações, que considero o poema "triste partida" , de patativa do assaré , uma obra monumental. um relato -flor, um barro-espizinhado. uma estrada-violada. um riso-chama de quem quer alguma estribeira. esse poema de patativa me toca-punge me deserta porque é uma composição de um gênio. também digo o mesmo que escorre do teu olhar cigano: abraçamos aquilo que tem essência. pra quer resmungos com o sangue que já qualhou. sim. peguei na cintura do que você escreveu

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Dira Vieira said…

    eu vivo ardendo e a minha lua n tem nada de tímida. to com saudades. e tem mais. tu me deves. vai anotando. há um texto guardado pra escrevermos juntas... to esperando.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Claudio B Carlos said…

    Oi Diana!
    Voltei para ler-te
    e mais uma vez
    gostei.


    Agora é tua vez... Apareça lá no BALAIO.


    Beijos do CC.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Gwen said…

    adoro a timidez.
    ela é tão... impenetrável!

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Fernando said…

    Bonito.Criativo.
    Gostei muito da "lua tímida".
    Beijo.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Leila said…

    A noite é presença dentro de nós, tão assim inexplicável escondendo sua luz. Beijo meu.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Linaldo said…

    tem isso tudo e tem tua poesia. bjs

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Márcia Maia said…

    Menina, absolutamente perfeito.
    Beijo e beijo.

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Loba said…

    Interessante... estive aqui, li e achei que já tinha cometnado... é aquela velha história! Vc me deixa muda.. e agora emudece tb os dedos! rs...
    Super beijos e muitas saudades, viu?

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Ernesto said…

    Me empresta um pouco a lua?

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Linaldo said…

    nossa, gostei bastante, diana. bjs

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Mário Cezar said…

    arretorne. traga teu caçoar de pérolas. teu lustre-favo. traga teu ardor sem fronteiras. tua luminosidade de açude maiúsculo

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Liliane said…

    oi amiga, vc esta proibida de sumir dessa maneira....
    bjoks

     
  • At janeiro 04, 2006, Anonymous Ernesto said…

    Eu ainda ando por aqui, mesmo calado. Adoro o que vejo.
    Beijo.

     

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