gostei nao. poetisou demais. queria o anterior. aquela coisa do cuspir mesmo q é o movimento do mar. e esse fim no final tb n combinou. prefiro como tava.
ok ok. :-) mas como ainda me sinto em fase de teste, teste, vou olhando pra ele. pode ser que ele volte a assumir a forma primária que vc viu. mas lembra, Dirita que a gente morreu de rir do cuspir? :-) vejamos depois. vou te mandar o primeiro. beijo beijo beijo! adorei !!!
Valéria, Valéria, cadê o Crime em Cabo Branco? Sua técnica de chutar o balde me parece infalível. Que tal abrir mão dos excessos e rever aquele final? Quanto ao Diálogo, bem, acho que também aqui será proveitoso chutar o balde.(Perdoa-me se falei demais.)
Bom, eu não o li antes (como a Dira numa gratificante oportunidade.rs)Mas o mar passou aqui sim, viu? E não foi por conta dos dois últimos versos, mas simplesmente por conta disso: "Naquela língua estranha." Pra mim ele vazou aí, pros outros, bem, como disse no comentário anterior, pois vaze quem achar que o encontrou. abçs Ilidio
Ah, Valéria, muito obrigada pela homenagem. Sinceramente, esta versão que está aí agora, a segunda, esta que traz uma fala derramada entre dentes, sem dúvida esta é - para mim - a versão definitiva do seu Diálogo. Que tal trazer para esta segunda versão uma parte que está contida apenas na versão lá de cima? Que tal algo como 'Depois,/ escrevi.'? Se esta não for mais sua intenção, faça como le gusta.( Eita prosa boa!)
Mas como eu ia dizendo, Valéria, eita prosa boa! (Pensando bem, esses seus dois poemas, Diálogo e Crime em Cabo Branco, ficaram prontinhos antes de acabar. Os fechos que a eles você atribuiu são, a meu ver, dispensáveis.)Abraços.
agradeço a vcs, Tutti, Dira e Ilídio, pela paciência com que leram esses dias, os meus atropelos tanto em Diálogo como Crime em Cabo Branco. os poemas foram fechados a quatro mãos. obrigadíssimo pelas indagações, desconstruções e resultado final. beijos! :-)
Tudo foi generosamente incentivado por você ":letra a letra". Obrigada eu, Valéria. Nem sempre a gente encontra com quem desfiar uma prosa tão boa assim, viu? Imagina só o dia em que você resolver discordar, chutar o balde também aqui, na sua caixa de comentários...Vixe!
18 Comments:
At Maio 02, 2006,
dira said…
gostei nao. poetisou demais. queria o anterior. aquela coisa do cuspir mesmo q é o movimento do mar. e esse fim no final tb n combinou. prefiro como tava.
At Maio 02, 2006,
Dira said…
e n me bate por isso. só quem leu o poema inicial sabe o quanto ele tava lindo.
At Maio 03, 2006,
Val said…
ok ok. :-) mas como ainda me sinto em fase de teste, teste, vou olhando pra ele. pode ser que ele volte a assumir a forma primária que vc viu. mas lembra, Dirita que a gente morreu de rir do cuspir? :-) vejamos depois. vou te mandar o primeiro. beijo beijo beijo! adorei !!!
At Maio 03, 2006,
Tutti said…
Valéria, Valéria, cadê o Crime em Cabo Branco? Sua técnica de chutar o balde me parece infalível. Que tal abrir mão dos excessos e rever aquele final? Quanto ao Diálogo, bem, acho que também aqui será proveitoso chutar o balde.(Perdoa-me se falei demais.)
At Maio 03, 2006,
Val said…
Tutti e Dirita: proposta aceita. chutarei o balde! :-) aguardem! beijos
At Maio 03, 2006,
Ilidio Soares said…
Bom, eu não o li antes (como a Dira numa gratificante oportunidade.rs)Mas o mar passou aqui sim, viu? E não foi por conta dos dois últimos versos, mas simplesmente por conta disso: "Naquela língua estranha." Pra mim ele vazou aí, pros outros, bem, como disse no comentário anterior, pois vaze quem achar que o encontrou.
abçs
Ilidio
At Maio 03, 2006,
Val said…
Ilídio, vou postar as duas versões. daí, fica mais fácil ver o que parece melhor. tô achando ótima essa troca. beijos! :-)
At Maio 03, 2006,
Tutti said…
Ah, Valéria, muito obrigada pela homenagem. Sinceramente, esta versão que está aí agora, a segunda, esta que traz uma fala derramada entre dentes, sem dúvida esta é - para mim - a versão definitiva do seu Diálogo. Que tal trazer para esta segunda versão uma parte que está contida apenas na versão lá de cima? Que tal algo como 'Depois,/ escrevi.'? Se esta não for mais sua intenção, faça como le gusta.( Eita prosa boa!)
At Maio 03, 2006,
Val responde: said…
Tutti, feito. :-) olhando melhor através dos outros olhos e entendendo que chutar o balde, é de lei, sim. beijo!
At Maio 03, 2006,
Anônimo said…
Eu chuto, tu chutas, ele chuta, e o mundo gira.(Risos).
At Maio 03, 2006,
Tutti said…
Esse anônimo aí sou eu, Valéria.
At Maio 03, 2006,
Val responde: said…
rs...ah Tutti, Tutti!
At Maio 03, 2006,
Tutti said…
Valéria, por favor, fim no fim é o fim!!!
At Maio 03, 2006,
Val responde: said…
rs...que fim? aquele f i m? ah, foi pra o beleléu! rs
At Maio 07, 2006,
Tutti said…
Mas como eu ia dizendo, Valéria, eita prosa boa! (Pensando bem, esses seus dois poemas, Diálogo e Crime em Cabo Branco, ficaram prontinhos antes de acabar. Os fechos que a eles você atribuiu são, a meu ver, dispensáveis.)Abraços.
At Maio 08, 2006,
Val responde: said…
agradeço a vcs, Tutti, Dira e Ilídio, pela paciência com que leram esses dias, os meus atropelos tanto em Diálogo como Crime em Cabo Branco. os poemas foram fechados a quatro mãos. obrigadíssimo pelas indagações, desconstruções e resultado final. beijos! :-)
At Maio 08, 2006,
Val responde: said…
a quatro mãos, sempre trocando: Dira e eu, Ilídio e eu, Tutti e eu. divertido, né gente?
At Maio 08, 2006,
Tutti said…
Tudo foi generosamente incentivado por você ":letra a letra". Obrigada eu, Valéria. Nem sempre a gente encontra com quem desfiar uma prosa tão boa assim, viu? Imagina só o dia em que você resolver discordar, chutar o balde também aqui, na sua caixa de comentários...Vixe!
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